Pular para o conteúdo principal

O Próximo Rei - Capítulo 1

O Próximo Rei
Escritor: Marcinho Santos
Capítulo 1: A caminhada para um futuro

Num mundo onde a maldade evoluiu tanto ao ponto de ser chamada de Yang, a magia que move o mundo. Os habitantes desse mundo usam a maldade como forma de alto defesa e são ensinados na escola a maneira correta dela ser usada, mas não pense que essa é apenas uma história de homens contra monstros, porque o único monstro nessa história são os próprios humanos.
Nossa história ganha início em uma escola, no último dia de aula de nosso protagonista, Himura Fate, um garoto de 17 anos, magro, moreno dos olhos claro e empenhado na escola e com as melhores notas possíveis, no seu último ano foi o melhor aluno da escola e irá se forma com chances de entregar para a tropa do reino. Mas como terá 2 meses antes de faz o teste para entrar, o garoto possui o pensamento de sair em uma busca para ganhar força.
Na última aula, de história, o professor tem que contar a história da tragédia ocorrida a dois anos atrás no castelo do reino. Uma chacina
 promovida pelo príncipe, o professor abre o livro e começa a leitura:
Há 2 anos atrás, no Reino de Drulgor, o nosso antigo Leônidas, acabou aceitando uma outra religião ao invés da exercida no Vaticano, o catarismo, assim rompendo com a igreja cristã. Uma ação chocante,  deixando seu povo totalmente perplexo. 5 meses depois, um grande grupo de religiosos invadiram o castelo e assassinaram o rei. Mas após a morte do rei o príncipe, com apenas 18 anos, matou quase todos residentes no castelo, aliados ou rebeldes do grupo, deixando apenas sua irmã gêmea, Alice, hoje nossa rainha, viva. O príncipe após a chacina fugiu e deixou escrito na parede com de seu pai: "Eu Voltarei" e até hoje se encontra sumido. A rainha Alice, única sobrevivente da tragédia, nunca mais disse uma palavra, por ter gritado muito naquela noite, decorrente de um dano permanente nas cordas vocais. O reino quebrou a aliança com o catarismo, hoje uma religião quase extinta, e se reconciliou com o Vaticano. Mas o príncipe pode voltar a qualquer momento, mudando totalmente o curso de Drulgor, talvez querendo trazer a religião catarista de volta para Drulgor...
- Mas professor, o príncipe é do mal ou do bem? Ele matou os cataristas - diz um dos alunos.
- Bem, não fazemos a menor idéia, Ezequiel, mas o que sabemos é: A palavra dele é lei - responde o professor.
- Mas isso só porque ele é o próximo rei? Que besteira! - exclama Ezequiel se levantando.
- Não, a palavra dele é lei por que simplesmente ele matou muitos e ao matar muitos ele absorve a maldade dessas pessoas, dessa premissa concluímos: ele é o ser mais poderoso de Drulgor, agora queria sentar se Ezequiel.
Ezequiel se senta e o professor continua:
- Nós somos forçado a contar essa história porque se você se encontrarem com o príncipe... Corram, corram muito... Porque se ele desejar, vocês estão mortos antes de tentarem gritar...
Himura, igual todos os alunos, ficam com medo do príncipe. Então bate sinal e o professor abaixa a cabeça e diz:
- Não esqueçam... Temos que ser fortes, mas não matando a nós mesmos... Mas sim aos animais que Deus ofereceu para nós e assim sermos fortes... Vão meus alunos, me dêem orgulho.
Então todos se levantam e vão embora, Himura, Ezequiel e Seu outro amigo Kenny estão perto da escola conversando, quando Ezequiel dá um soco na parede e exclama:
- Maldito seja ele!
- Calma, não podemos fazer nada, somos recém formados, somos muito fracos, e além do mais não tem só o príncipe que temos que nós preocupar, tem o Kill que está assombrando Drulgor a noite, ele está sempre matando 3 pessoas no mínimo nessa região, não basta ele ser forte... Ele mata qualquer um... Apenas mais uma pessoa que quer ficar forte matando muitos inocentes... - fala Kenny.
- Não... Ele deixou de ser uma pessoa, a pessoa que mata pelo simples prazer de matar, deixa de ser uma pessoa e se transforma numa besta fera... - diz Himura olhando para o chão.
- Isso é o que me deixa mais irritado - fala Ezequiel - Esse tipo de pessoas que não se importam com a vida dos outros, minha vontade é de matar esse tipo de pessoas...
- Esse também é o nosso sentimento, Ezequiel, mas não somos fortes, nossa única opção é correr - fala Himura.
- Mas podemos ficar fortes se treinamos juntos, vocês não vão de alistar para o exército ainda, então vamos treinar na floresta, ficaremos lá por um ano e voltamos para nos alistar, esse é o melhor jeito de ficarmos mais fortes - fala Ezequiel.
- Verdade... Eu já estava pensando nisso mesmo, eu estou dentro - diz o Himura.
- 2 contra 1, estou sendo forçado a ir -  fala Kenny.
Os 3 se separam, cada um para a sua casa, Himura chega em casa e vê sua irmã lendo, ela vê ele e corre para abraça-lo. Himura abraça ela e sua mãe aparece e diz:
- Está atrasado para o jantar
- Desculpe mãe, hoje foi o ultimo dia de aula, tivemos que nos despedir de diversos amigos, e também combinei com uns amigos para sairmos em jornada juntos - explica Himura.
- Você faz muito bem viu, com esse assassino a solta as noites, boa a ideia de andarem juntos - fala sua mãe pegando um prato para colocar sua comida.
- Sim, amanhã partimos, Está bem mãe? - pergunta Himura.
- Claro, quanto mais forte você ficar, mais rápido você irá para o exercito do reino e deixará seu pai orgulhoso - fala sua mãe segurando o choro.
- Mãe, já faço ideia da resposta, mas para não perder o costume... O papai acordou? - fala Himura a abraçando.
- Ainda não meu filho... Mas basta termos paciência... Seu pai ainda irá vir acordar e te ver na apresentação para o exercito meu filho... Mais uma coisa... Dê tchau para ele antes de ir embora...
- Claro mãe... Eu prometo...
Himura janta e começa a arrumar as suas malas, quando sua irmã chega, enquanto sua mãe lava a louça, e pergunta:
- Você irá mesmo ver o papai?
- Sim... Porque? Você quer vê-lo?
- Eu gostaria... Mas esperarei ele acordar... Mas irmão... Diga para ele que eu o amo?...
- Claro, será primeira coisa que eu direi - responde Himura abraçando sua irmã.
A noite passa rápido e Himura parte bem cedo, antes de sua irmã e mãe acordarem, para não ter mais despedidas, Himura parte para o hospital junto de Ezequiel e Kenny para ver seu pai que está em coma. Os 3 chegam e Himura vai sozinho falar com seu pai, enquanto seus amigos ficam os esperando na porta do hospital. Após meia hora, Himura volta, Ezequiel o vê e pergunta:
- Como foi lá?
- Um clássico monólogo, sempre foi assim, não tenho que reclamar, meu pai quieto é um poeta, mas vida que segue, vamos quero treinar ainda hoje - diz Himura indo na frente.
Logo os 3 partem rumo a floresta de Drulgor, na caminhada, Ezequiel volta a perguntar sobre o pai de Himura:
- Himura, o que seu pai fazia antes de ficar em coma?
- Era do exercito de Drulgor... Mas a 7 anos numa luta contra outro reino, ele acabou entrando em coma,, está assim até então, mas ele vai acordar, tenho fé - responde Himura.
- Mas se ele acordar morto algum dia? - pergunta Ezequiel.
- Isso é coisa que se pergunte, Ezequiel? - fala Kenny.
- Sinceramente, penso nisso a um bom tempo, mas acredito que a minha reação mais provavel seria... Continuar minha vida normalmente, até porque, o meu pai odiaria se eu chorasse, porque, para ele, homens que choram pedem o respeito perante a sociedade - responde Himura olhando para o céu.
- Nossa, você não poderia ter respondido melhor - fala Kenny.
Então eles continuam a caminhada mais quietos e Ezequiel, as vezes, puxa algum assunto da época deles de escola. No inicio da tarde, eles finalmente chegam a floresta, Himura deixa sua bolsa e fala:
- Então vocês estão prontos para o primeiro treino?
- Claro - diz seus dois amigos.
- Vamos  lá, a regra é simples e clara, quem matar mais é o ganhador ate de anoitecer, quem matar menos será o escravo do acampamento até o final do dia... Valendo! - fala Himura correndo para um lado, enquanto seus amigos deixam suas bolsas e cada um parte para um lado.
A noite chega e Himura chega, seus amigos chega Ezequiel, 10 minutos depois. Ezequiel chega e pergunta:
- Então quantos você matou?
- Matei 5 leões, 2 javalis e 3 bodes e você?
- Eu matei 10 leões, 3 onças e 13 javalis.
- Nossa você é muito bom...
- Eu apenas tendlto, mas e o Kenny?
- Não faço ideia, daqui a pouco ele chega.
Kenny vem todo machucado e Himura vai vê-lo, Kenny disse que na luta contra um gorila ele saiu na pior e acabou matando ninguém, mas, por compaixão de seus amigos, ele não precisou ser o escravo naquela noite. Então eles fazem a fogueira e conversam sobre as caçadas que fizeram. Fica bem tarde e todos vão dormir. Exatamente 3 horas da manhã, Himura acorda com uma discussão com os seus colegas, Himura olha parafora de sua barraca e vê Kenny dizendo:
- Onde você esteve? Diga logo!
- Fui na cidade... - fala Ezequiel olhando para o lado.
- Fazer o que? Com o Kill a solta na cidade! E se você morresse?!
- Fique tranquilo que isso nunca será possível... 
- Por que você está tão confiante disso?
Ezequiel concentra sua força maquiavélica em sua mão, acerta um soco na barriga de Kenny, explodindo a barriga do garoto, e diz:
- Porque eu sou o Kill...
Himura fica muito irritado, mas ao mesmo tempo com medo da possível força de Ezequiel, Kenny pouco antes de morrer pergunta:
- O que você foi fazer na cidade?
- Fui matar o pai do Himura... Mesmo morto, ao matar ele eu ganhei muita força e sem esforço algum... 
Himura, ao ouvir Ezequiel, sai da barraca e parte na direção dele para acertar-lhe um soco bem no peito, mas Ezequiel segura o soco com uma mão e diz, ao olhar a cara de Himura:
- Você não disse que não iria chorar?...
Ezequiel tenta acertar um soco em Himura, mas ele desvia no ultimo segundo, mas o soco ainda acerta seu ombro, causando uma grande ferida. Himura coloca a mão no ombro e olha para Ezequiel que vem se aproximando dele dizendo:
- Você deve estar se perguntando o porque de eu ter virado um assassino... Bem... O que posso dizer é: O assassinos são os seres mais fortes desse mundo, eu sempre quis ser forte após ter visto meu pai ser degolado por um assassino que me disse uma vez: Seja forte ou serás morto... Então decidi virar o Kill e ficar tão forte que ninguém poderá me vencer e eu poderei matar a vontade, mas agora que você sabe que sou o Kill, terei que te matar, você foi um bom amigo, mas eu sou um bom assassino... Esse foi o mesmo sentimento que você está sentindo foi o mesmo que tive quando o assassino matou o meu pai: Não sou forte o suficiente e terei que aceitar o resultado disso... 
Ezequiel parte para cima de Himura para mata-lo, Himura começa a pensar em sua mãe e sua irmã, como elas deve estar se sentindo, o que o faz pensar: Desculpe mãe, irmãzinha e pai, eu falhei em ser forte...
Ezequiel está prestes a mata-lo quando aparece um garoto de capa, um pouco menor que Himura, corta a cabeça de Ezequiel fora e fala:
- Que presença de assassino mais chata... Não parava de emiti-la nem por um segundo...
Himura assustado com o garoto, pergunta:
- Quem é você?
- Eu sou Tales Terence... Mas acredito que você deve me conhecer pelo vulgo de "O próximo rei"...
E continua no próximo capítulo ;-)

THE END

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Torneio da Supremacia - Capítulo 3

As Lâminas de Alfheim, Torneio da Supremacia Escritor: Marcinho Santos Capítulo 3: F oi muito bom ser seu melhor amigo No capítulo anterior, Erik entra para a historia apos derrotar o segundo em comando de Femte, Argus, com uma técnica nova que havia desenvolvido com Tyrfing durante esses 4 anos, superando os olhos de Hodur dos elfos etéreos. Deixando o Owzer perplexo e o resto do publico admirado da arena admirados, Erik sai do centro da arena e vai para a enfermaria para cuidar de seus ferimentos. No corredor para a enfermaria, Erik caminha cambaleando e cai quase chegando lá, os enfermeiros o avistam caído e correndo para socorre lo e os levam para dentro para cuidar de seus ferimentos. Na arena está prestes a começar a próxima luta, Barry vs Biggs, Marx, ao lado de Juan, pergunta: - O senhor sabe quem é esse Barry? - Não, quem é esse garoto? Pergunta Juan curioso. - Observe e diga quem ele te lembra... fala Marx voltando os olhos para a arena. Os lutadores entra...

Torneio da Supremacia- Capítulo 7

As Lâminas de Alfheim, Torneio da Supremacia Escritor: Marcinho Santos Capítulo 7: Duelo de Generais Erik e companhia estão no hotel comendo, como Robert havia sugerido, Erik mal tocou na comida, por está pensando em como aumentará sua força para o decorrer do torneio. Karen vê seu primo daquele jeito e cutuca Maria apontando para ele, ela já percebe e a responde: - Esse é o momento dele, a solidão o faz mais forte, somos testemunhas disso. Nosso protagonista se levanta saindo do salão, parecendo sua amigo Robert se preparando para lutar contra Cinna, mas sabemos que Erik consegue esconder sua ansiedade com mais facilidade. Erik começa a treinar perto do rio, buscando formas de estabilizar seu mode. Em pouco menos de 3 horas de treino, Erik consegue se segurar estável por mais 30 segundos, totalizando a duração em 3 minutos e 30 segundos, uma evolução, claro, mas para Erik, longe do ideal. Após cair cansado pouco depois desse feito, nosso protagonista ouve um...

Torneio da Supremacia - Capítulo 9

As Lâminas de Alfheim, Torneio da Supremacia Escritor: Marcinho Santos Capítulo 9: Maduin conhece o Mode de Luft. No dia seguinte da luta de Erik e Draco, Erik acorda mais cedo que todos para tentar evoluir sua nova técnica. Nas montanhas, Erik coloca Tyrfing e Gram do seu lado, esperando que ambas apareçam. Tyrfing aparece e Erik pergunta: - Cadê o Gram? - Deve estar com sono, deixa ele dormir, ele não terá muito a acrescentar também... - Tudo bem, mas vamos ao que interessa, queria te mostrar nosso mode perdido, adquiri ele ontem após a luta com Draco. Erik se concentra e o seu corpo começa a ser envolvido pela energi dourada, Tyrfing fica impressionado e diz: - Ele parece forte, pelo que você senti: sua velocidade aumenta assustadoramente, acredito que conseguimos nosso triunfo contra Femte. - Pode apostar, agora consigo ver nossa gloria ao fim do torneio, talvez apenas eu, Juan e Karen possuindo o mode, podemos fazer Luft ser invencível. - Acho que chama-los ...